06 setembro 2012

Há um receio-neblina crescente no ar. O bom livro terminará, as deliciosas risadas perderão suas bocas. Tudo dentro de uma velocidade maliciosa, que não trancafia os momentos. Tudo sendo cuidadosamente triturado, para depois ser deglutido e parcamente conservado na memória. Efemeridade, tende piedade dos seres felizes. ô seres felizes, tende memória e compreensão. Memória e tranquilidade. Memória e presente. Pois entramos em vagões sem direção, e o único ponto de chegada será a inexistência.

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